Capobianco saúde em empresas

Vivemos em uma sociedade repleta de mudanças e percebemos que qualidade de vida e saúde são assuntos extremamente importantes, que envolvem dimensões psicológicas, físicas, emocionais, espirituais e sociais. Rotinas inadequadas no ambiente de trabalho podem ocasionar impactos negativos, gerando baixa motivação, déficit de atenção, aumento do estresse, sedentarismo, baixa produtividade, etc.

Ginástica laboral é uma modalidade de atividade física destinada aos colaboradores de uma empresa para que seja praticada no próprio local de trabalho. A atividade é muito benéfica, tanto para os funcionários quanto para a empresa.

Foi realizado uma pesquisa pela operadora de saúde, Omint, a qual avaliou as condições de saúde de 18 mil executivos. A pesquisa foi conduzida pelo Núcleo de Saúde Preventiva da operadora, que considerou dentro dessa amostragem, profissionais entre média gerência e o alto escalão de grandes companhias com atuação no país.

De acordo com o relato do diretor médico da Omint, o que mais chama atenção no estudo não são as doenças, mas sim hábitos de vida equivocados, cultivados por conta de uma rotina estressante.

De acordo com a pesquisa, a alimentação não equilibrada é o hábito não saudável mais incidente entre os executivos brasileiros, 96,12% dos profissionais apresentaram falhas na alimentação diária.

O sedentarismo também é cultivado por uma parcela significativa dos profissionais, 40,71% afirmaram não praticar atividade física.

A Omint também avaliou os profissionais que apresentam risco cardiovascular aumentado (RCA), condição em que o paciente apresenta sintoma de duas doenças crônicas importantes, como diabetes, colesterol alto ou hipertensão arterial. Estima-se que 47,83% dos homens acima dos 60 anos encontram-se nessa condição, enquanto o indicador entre as mulheres é de 15,38%. Dos profissionais entre 40 e 59 anos, 20,54% dos homens e 18,52% das mulheres apresentam condição de RCA.

Embora 7,96% dos executivos tenham apresentado pressão alta durante a aplicação da pesquisa, a Omint constatou que apenas 4,94% dos profissionais apresentam problema crônico de hipertensão, condição em que o indivíduo apresenta pressão arterial acima de 140 X 90 mmHg. Com o colesterol o cenário é parecido, 12% apresentaram medidas acima do ideal na realização do estudo, mas apenas 1,44% foram diagnosticados de fato com a doença e precisam receber tratamento medicamentoso. Felizmente, o índice de executivos diabéticos é baixo, apenas 1% do total convivem com a doença e estão em tratamento.

Baseado neste estudo, observamos que investir em prevenção de doença e promover um projeto de qualidade de vida dentro das empresas, torna-se essencial.

Fonte: www.rh.com.br

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